A mídia tem um grande papel na educação infanto-juvenil dos brasileiros. Com suas ferramentas, é possível tornar o estudo mais eficaz e com qualidades. Claro que é necessário o controle dela, pois tudo o que é em excesso pode ser perigoso.
É o dever do governo de proporcionar aos cidadãos o acesso à informação. Mas para isso, o investimento no sistema de alfabetização digital será de extrema importância. Existem muitas crianças que não têm acesso à internet, ou à programas educativos da televisão por assinatura. Assim, cabe ao Governo, suprir as necessidades desse grupo de crianças. Pois aquelas que têm acesso aos conteúdos midiáticos, principalmente os educativos e culturais, acabam adquirindo mais conhecimento a respeito do mundo que estão inseridas. E sua percepção de vida será muito maior em relação as que não assistem. Por isso, a necessidade de todos terem o acesso às mídias é fundamental, para que todos tenham as mesmas oportunidades no futuro.
Segundo a Maria Inês Ghilardi, “ Se eliminarmos a ideia de que a educação deve se restringir à escola, quando, na verdade, está articulada com toda a sociedade como instrumento essencial na formação do indivíduo, os meios de comunicação poderão ser vistos como auxiliares na construção da cidadania. Para isso é necessária, por um lado, a conscientização dos profissionais da mídia de seu papel como agentes dos processos educativos em favor da população; por outro, a formação de educadores para dialogarem com a mídia e serem críticos dos veículos”, argumenta a professora.
Porém, os pais devem estar cientes à respeito do que os seus filhos estão assistindo. Nenhuma mãe deve confiar 100% na educação vinda dos conteúdos midiáticos. Assim como existem coisas boas, coisas ruins é o que não faltam. A mídia não muda o comportamento das crianças, ou educa sozinha; ela precisa de outros mecanismos e agências socializadoras, como a família, a igreja, a comunidade e a escola, para que de fato exista educação.
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